domingo, 14 de fevereiro de 2010

Aviso aos navegantes

Ola pessoas!

Este vai ser um post sem acentos, ja que nao estou me dando muito bem com os teclados portenhos. Sim, estou em Buenos Aires, e por isso nao temos um post fresquinho essa semana.

Queria agradecer os recados simpaticissimos do ultimo post - Lisia e anonimos. Me fazem querer continuar.

Bom, o tempo e curto e Buenos Aires grande. Vou digerir meu recem tracado bife de chorizo com uma Quilmes de 1L bem gelada.

Hasta luego, chicos!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

De tudo um pouco

Olá, pessoas. Sei que ando deixando esse blog às traças e nenhuma desculpa é boa o suficiente pra justificar. Estou há dias pensando em um bom post e sempre dá aquele desanimada básica. Assistir Julie & Julia ontem foi uma boa maneira de dar uma revigorada e finalmente se dispor a começar os trabalhos do ano por aqui. Pra quem ainda não viu, recomendo. Filmes com Meryl Streep são quase tão infalíveis quanto Nutella no pão de trigo.

Não é o melhor filme do mundo, mas juro que eu chorei e me identifiquei com umas partes, tipo quando a Julia fala “Recebi 12 comentários e não conhecia nenhuma pessoa!” Ok, ainda não recebi 12 comentários de pessoas desconhecidas em um mesmo post, mas lembro que fiquei bem feliz quando vi a primeira cara nova por aqui. Se eu fosse a diretora, teria explorado mais visualmente a questão da comida, que é sempre um bom apelo, mas como sou apenas uma simples blogueira, vamos ao post do dia. Boa leitura, e como diria Julia Child, Bon Appétit!

Pensei e pensei no que escrever e resolvi criar um “De tudo um pouco” sobre as últimas coisas que vi (e comi) por aí, já que não fiz nenhuma saída especial para o blog, munida de máquina fotográfica e bloquinho. Aqui vão as alegrias e decepções desse comecinho de 2010:

Yaah
Sushi é uma coisa engraçada. Não é a minha comida favorita (embora eu adore), mas quando bate aquela vontade, sou obrigada a comer, senão parece que vou parir um Filadélfia. Bom, eu e toda a minha vontade rumamos para a Yaah em busca da invenção dos deuses: o temaki Smoked Salmon (salmão defumado, salmão cru, cream cheese, tabasco e raspas de limão siciliano. O limão eu sempre dispenso, forte demais pra competir com o resto). Qual não foi a minha surpresa quando recebi um cardápio todo bonitão, agora com opções de entrada, outras bebidas e...pasmem, sem o meu Smoked. Reformularam o cardápio e sacaram meu temaki de lá. É como se a Pizza Hut tirasse o Cheesy Pop ou o Bob´s desencanasse de vender Ovomaltine. Dramas a parte, o cara me disse que não era muito procurado, mas eles se comprometeram a fazer um igualzinho pra mim, aliviando minha condição de órfã. Só não precisavam ter demorado mais de 20 minutos pra isso.

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Gaivotas do Sambaqui
Sabe aqueles restaurantes lá pro fim do Sambaqui, mais simplesinhos, com vários cartazes com promoção na frente e tudo mais? Atraídos por um desses, eu e o Geison entramos pra conferir a moqueca de peixe anunciada do lado de fora. Desviando a cabeça de uma árvore gigante que eles preservaram no meio do restaurante, fomos prontamente atendidos pelo garçom mui simpático e escolhemos sentar lá na praia, nas mesinhas de plástico, com toda a vista que Sambaqui oferece à frente. Pra abrir o apetite, uma dúzia de ostras ao bafo (R$ 8,90), muito maiores e mais saborosas que as que eu tinha comido na mesma semana no Freguesia, porque, segundo o garçom, vêm do sul da ilha. No fim das contas, mudamos de ideia sobre a moqueca e pedimos uma seqüência de camarão muito justa e farta, por módicos R$ 29,90. Uma delícia, podem conferir.

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Bianco Lounge
Sempre achei o Bianco um lugar meio imponente, daqueles que dá medo de entrar, mas muito por acaso eis que resolvemos, eu e o Sandro, conferir o rodízio de comida italiana que eles servem no almoço. Com certeza não é o mesmo nível das opções a La carte, mas os pratos não fazem feio. Pra começar, uma saladinha básica de alface, beterraba e cenoura, além de pãezinhos com patê de presunto defumado muito saboroso. Mini pizza de queijo muito da gostosa; espaguete ao sugo com o macarrão passado do ponto de cozimento; farfalle de mignon (delícia, pedimos bis!); batata recheada com parmesão que eu provei e tava meia boca e batata recheada com funghi, que o Sandro curtiu de leve; e o melhor do dia: risoto com presunto e alho-poró. Sabe quanto? R$ 17 por cabeça + o preço da Coca e 10%. No fim das contas, saiu R$ 23,20 pra cada, mais que justo.

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Bom, no próximo post voltamos com a programação normal, se eu não derreter nesse calor desumano que faz por aqui. À bientôt!

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

As delícias do Café Riso

Nada como iniciar o ano em grande estilo. O almoço foi no ano passado, mas o post ficou pra 2010, e aqui vamos nós de Café Riso & Etc. Acho que todo mundo que é de Floripa já ouviu falar de lá, ainda mais depois da super campanha de divulgação que eles andam fazendo pelos outdoors da cidade, com a inauguração do Café Riso Plage, em Jurerê Internacional. Bom, eu fui no Riso da Bocaiúva e posso adiantar que valeu o investimento.

Algumas pessoas acham justo pagar R$ 1 mil em uma bolsa, outras não se importam em torrar R$ 300 em uma camiseta. Eu prefiro investir R$ 50 em um almoço executivo no Riso e todos vivem felizes com as coisas que lhes fazem bem. As ótimas companhias do dia eram o Fábio, um apaixonado por comida, a Bia e o Thiago. Aproveitando o horário de almoço de mortais trabalhadores que nos cabe, deixamos o carro no amplo estacionamento que fica em frente e entramos pelo caminho estreito que leva ao restaurante.

Quem olha de fora pode até se enganar e achar que o salão é pequeno, mas o espaço surpreende. Do lado de fora, um sofá e cadeiras, pra quem quiser aproveitar o espaço de confeitaria que eles oferecem na entrada. Continuando pelo corredor, descobrimos um salão, que somado ao espaço da confeitaria, comporta até 86 pessoas. Tem também um espaço para eventos na sobreloja, mas esse eu deixei pra próxima incursão. A decoração é linda, tudo muito sofisticado e espaçoso. A única ressalva que eu faço, que é um comentário personalíssimo, é sobre a mania de colocar o Luciano Martins em tudo quanto é canto de Florianópolis. Luciano Martins está pra Floripa, quase como o Juarez Machado está pra Joinville.


Divulgação - Salão com cozinha aberta ao fundo

Ficamos em uma mesa próxima ao caixa, que o Fábio tinha reservado previamente, ouvindo um DVD do Caetano que tocava bem baixinho – como tem que ser – e um pouco longe da “cozinha show”, onde os clientes podem acompanhar a preparação dos pratos.


Divulgação

Eles se definem, no perfil do orkut, como um espaço gastronômico que agrega especialidades da cozinha internacional, que mistura ingredientes locais com técnicas italianas e francesas. Atendidos pelos profissionalíssimos garçons, partimos para a escolha. Eu, pra variar, já tinha consultado as opções do cardápio no site, que disponibiliza também o valor dos pratos. Mas lá não se encontravam as opções de prato executivo, que acabou sendo a minha escolha.

Funciona assim: a cada dia eles oferecem três opções de entrada e três de prato principal. Você paga por um dos combos (acho que eles jamais usariam essa palavra) “Entrada + Principal” (R$ 39) ou “Principal + Sobremesa” (R$ 39) ou ainda “Entrada + Principal + Sobremesa” (R$ 45), essa última, uma surpresa do chef. Longe de desconfiar do Vitor Gomes, o conceituado e premiadíssimo chef (naquela semana tinha sido reeleito o melhor de Floripa pela Veja, e o Café faturado o prêmio de melhor cozinha variada), resolvi deixar a sobremesa de lado e investir no primeiro combinado. Criativos que somos, pedimos todos as mesmas entradas e pratos, e o Fábio optou pelo combo master, com direito a sobremesa.

Enquanto a equipe de jovens cozinheiros trabalhava nos nossos pedidos, chegou o couvert: pãozinho delicioso quente, com diversos acompanhamentos que levavam tomate seco, atum, manteiga composta, alho. Um bom prenúncio do que estava por vir.



Eis que chega a entrada: balatine de salmão marinado, com creme cheese e alga, molho tarê e brotos. Na foto vocês tem uma idéia melhor. Lembra um sushi e tem um gosto incrível, fresquíssimo.



Para o principal, não podia faltar a proteína nossa de cada dia: escalope de mignon guarnecido por crepe de cogumelos e legumes ao molho de queijos. Pedi o filé ao ponto e realmente estava delicioso. Os legumes surpreendentes, com um gosto bem pronunciado, com cara de quem não ficou muito tempo no fogo pra não perder o sabor. De tudo, o que menos gostei foi o crepe, um pouco massudo demais, roubando o sabor dos cogumelos que recheavam. Um detalhe a ser ressaltado é a quantidade: o prato é muito bem servido, com três escalopes de filé, quase passei um trabalho pra dar conta.



Estava satisfeitíssima, mas ainda assim não podia deixar de dar uma beliscada na sobremesa surpresa do Fábio: sorbet de limão, em cima de uma camada de crocantes, acompanhado de ganache de chocolate branco com maçãs cozidas no vinho, um luxo só!



Mais que satisfeita, desembolsei sem pestanejar meus R$ 47, com a certeza de que, como dizia o filósofo, existem coisas que o dinheiro não compra, para todas as outras existe Mastercard (ou, no caso, Visa Electron).

Dicas:

Querem uma segunda opinião sobre o Riso? O pessoal do blog Destemperados também andou por lá, comeu outros pratos, tirou outras fotos e escreveu um post delicioso, confere lá: O Sofisticado Café Riso

Falando em coisas boas que andam fazendo por aí, vale a pena conferir a entrevista com o chef catalão Ferran Adriá, na última edição da revista Gosto, a melhor publicação sobre gastronomia no Brasil hoje em dia.

Outra dica: ganhei do meu irmão “Ervas, temperos e condimentos”, um livro supimpa sobre, ahn...ervas, temperos e condimentos, do Tom Stobart, organizado pela jornalista Rosa Nepomuceno. Vale como um guia de consultas e tem mais de 400 verbetes, em seis idiomas, com a explicação sobre cada um e tudo mais.

Existe alguém aí do outro lado? Então comenta!

Preço: $$$$$
Atendimento: ☺☺☺☺☺
Momosidade (casal): ♥♥♥♥
Aceita cartão de crédito / débito


Serviço:

O Café Riso & Etc abre de segunda a sábado, das 9h à 1h.
(48) 3223-8753 / (48) 9943-5222
contato@caferisoetc.com.br
http://www.caferisoetc.com.br


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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Feliz Natal

Então, povo. Só pra desejar um Feliz Natal pra todo mundo. Vou ficar longe da civilização - internet - até segunda, mas o blog volta com tudo na semana que vem.

Beijo grande!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Fim de tarde no Samurai Temaki

Que as temakerias invadiram Florianópolis não resta a menor dúvida. É uma alternativa fast-food aos sushis e acaba saindo mais em conta, levando em consideração o custo-benefício do salmão / atum / polvo / kani (ou seja o que for) por metro quadrado. Acabo sempre indo na Yaah, que tem uma promoção de almoço (cerca de R$ 20 por dois temakis + refri ou água), mas tem também a Temax, na mesma região próxima ao Beiramar Shopping, que não fica pra trás. O inconveniente de lá é a sensação de que você tem que comer e sair correndo, já que o lugar é apertadinho e tem aquelas mesas altas que sempre me dão aflição. Mas a Yaah e a Temax ficam para um próximo post, já que na semana passada resolvi variar e conferir a primeira filial do Samurai Temaki, que fica no Santa Mônica, no Centro Executivo Aldo Kuerten. A matriz fica na Lagoa.

Eu e a Cora, minha companheira inseparável de incursões gastro-orientais, decidimos esperar pela Ana do lado de fora, nas mesinhas de madeira com ombrelones (momento Aurélio do dia: guarda-sol de bar), super gostosas para uma tarde escaldante. Como calor pede cerveja e cerveja é desculpa pra matar o tempo, pedimos uma Stela Artois long neck (R$ 3,70 – mesmo valor da Bohemia long neck). Depois de muito papo e algumas Stelas, a Ana chegou e resolvemos fazer o pedido.

Fiquei muito em dúvida, porque o cardápio é bem variado. Mas como sei do que não gosto, por eliminação fiz uma semifinal entre quatro opções e acabei escolhendo dois: um Filadélfia Oriental (R$ 12), que vem com salmão, cream cheese, pepino japanês e togarashi (uma pimenta japonesa que eu achei bem suave) e um Panda(R$ 11), misto de atum, salmão, cream cheese e cebolinha. Com toda a criatividade que a vida deu a elas, a Cora e a Ana optaram pelos mesmos sabores, com a diferença que o meu primeiro eu pedi sem pepino.

Não demorou muito para o Filadélfia Oriental ser preparado pelos dois sushimen e chegar pelas mãos do moço muito simpático que nos atendeu e que eu acredito ser o dono da franquia. Posso garantir que eles são muito generosos e não poupam salmão que, vamos combinar, é o que interessa. A pimentinha deu um gosto bem bom e eu não achei forte. A Cora achou um pouco ardida, talvez tenha ido um pouco mais no dela. Gostei muito e recomendo. Só tenho que me cuidar pra não pedir sempre o mesmo sabor todas as vezes que eu for lá, que é o que eu sempre faço.


Divulgação

Em seguida, por recomendação do nosso amigo simpático, resolvemos aproveitar que os atuns ainda não foram extintos da face da Terra (a pesca ilegal promete acabar com eles bem logo) e investir no Panda. Ele garantiu que os atuns estavam super frescos e não foi propaganda enganosa. Gostei ainda mais do segundo, e só não parti para um terceiro porque já estava muito satisfeita e tinha cansado de fingir que eu era rica por um dia (tinha almoçado no Café Riso, o próximo post).

O atendimento foi muito bom e de quebra eu ainda ganhei um picolé Melona sabor melão, que é tudo mesmo que falam por aí, uma delícia e incomparável com o que chamam de picolé por aqui. Não paguei, mas garanto que quem provar, não vai se arrepender do investimento (R$ 4,50), muito mais barato que outros lugares, como a Yaah (R$ 6).

Como eu sou facilmente seduzida por programas de fidelidade, fiquei feliz de saber que por lá também tem o esquema do cartãozinho: a cada 12 temakis, você ganha um de brinde. Feliz da vida, muito satisfeita com a comida e o atendimento, desembolsei R$ 31,70 e encarei o próximo pit stop do dia no Santa Hora com as meninas. Mas isso é assunto para um outro post.

Preço: $$$
Atendimento: ☺☺☺☺☺
Momosidade (casal): ♥♥
Aceita cartão de crédito / débito

O Samurai Temaki abre segunda, das 11h30 às 16h; de terça à sábado, das 11:30h à meia-noite e domingo das 18h à meia-noite.


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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Ostras, Freguesia e Santo Antônio

Cá estou de volta, pra cumprir a promessa de falar sobre o Freguesia. Santo Antônio de Lisboa é dos lugares mais charmosos de Floripa e oferece um dos melhores roteiros gastronômicos da Ilha. Confesso que a praia está nos meus sonhos dourados de lugar pra se morar por aqui. Melhor ainda se isso incluir uma vista linda pra praia, com uma cervejinha de um lado e um prato de ostras do outro.


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Enquanto não vou pra lá de mala e cuia, me contento em aproveitar uma noite deliciosa de primavera pra comer bem. Como todos tiveram a idéia de aproveitar a noite, eu e o Geison ficamos, a princípio, dentro do restaurante, enquanto esperávamos vagar um lugar do outro lado da rua, onde o pessoal instala as mesas e cadeiras de plástico e fica por ali, batendo um papo e comendo, entre o calçamento de paralelepípedo e o mar. Não demorou muito pra conseguirmos nosso lugar ao luar (tsc tsc). Tomando uma Original pra abrir o apetite, pedimos o prato do Bar em Bar: Ostras ao alho e óleo (R$ 17,50 a dúzia).



Depois de uns 15 minutos esperando e a fome aumentando, as ostras chegaram à mesa. Eles dizem que é uma dúzia, mas garanto que eram muitas mais. Vinham fora das conchas, imersas no alho e óleo, com um aroma que dava vontade de sair flutuando, igual nos quadrinhos. Devaneios à parte, hora de provar as ostras de um dos restaurantes mais movimentados de Santo Antônio. Se o cheiro já estava bom, o sabor conseguiu superar. Simplesmente deliciosas, com um gosto de alho na medida certa, sem se pronunciar demais. Dos pratos que fazem o cliente voltar ao restaurante e pedir mais. Aconselho que quem optar pelas ostras, mande descer também um acompanhamento. Ficamos só nelas, e pra matar a fome foi preciso pedir uma porção de isca de peixe espada, que estavam muito boas e sequinhas também. Nada daquela gordura escorrendo pelo guardanapo.

No fim da brincadeira, menos R$ 30 no bolso pra cada e a certeza que Santo Antônio ainda tem muito a render aqui por esse blog e fazer a alegria do paladar de muita gente.


Drops:

- de Santo Antônio devo um post sobre o Bar dos Açores, uma das grandes surpresas do ano pra mim. Virei fã, mas por enquanto só fui “não-profissionalmente” por lá.

- semana passada a Veja entregou as premiações do Veja Santa Catarina – Comer e Beber. Merece um post a parte. Estou pensando em fazer um tour baseado nos "melhores" e discutir isso aqui com vocês.

- falando em Veja, ontem conferi o Café Riso e etc, que ganhou na categoria Restaurante Variado e Chef do Ano, com o Vitor Gomes. Semana que vem tem post saindo do forno. À noite conferi a Samurai Temakeria do Santa Mônica, que também tá na fila.

- dívidas com vocês: devo uma visita ao Terra Brazilis, sugerida pelo Norberto; outra na Enoteca Osigo, sugerida pelo Orlando; devo mais alguma coisa pra alguém?

- não deixem o blog morrer. Pela primeira vez um post não recebeu nenhum comentário. Além do Google Analytics, que me ajuda a ver como isso aqui anda, os comentários são quase que a única fonte de feedback que eu tenho. Comentem!

Preço: $$$
Atendimento: ☺☺☺☺
Momosidade (casal): ♥♥♥♥♥
Não aceita cartão de crédito / débito
O Freguesia abre de quarta a segunda, das 11h às 23h30


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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Uma Conversa Fiada em Coqueiros

Tinha escrito primeiro o prometido post do Freguesia, mas acabei esquecendo no PC de casa. Então aproveito pra falar sobre o Conversa Fiada, barzinho de Coqueiros, um dos que fizeram parte do já encerrado Bar em Bar 2009. Como o prato continua no cardápio e o bar continua funcionando, lá vamos nós falar sobre o que o continente pode oferecer e você ainda não sabe.

O conversa fiada fica na rua do San Jacques, uma das perpendiculares à avenida da orla. Já tinha ido lá uma vez e ficado com vontade de escrever sobre o lugar, que é uma fofura. Ele tem uma parte externa que eu considero subaproveitada: tem o espaço das mesas, o espaço coberto e um tipo de palco mais no fundo que, das duas vezes que fui, não estava sendo ocupado para nada. Aí tem a parte de dentro, com mesas e um buffet de sopas durante o inverno.



Divulgação

Da última vez, a diversão minha e do Geison foi ficar tentando adivinhar as caricaturas dos cantores e compositores que estampam os quadros da parte interna (depois de algumas cervejinhas). Mas dessa vez, resolvemos ficar do lado de fora, aproveitando a noite super agradável e observando o movimento. Como no Conversa Fiada não tem chopp, nos contentamos em validar mais uma fichinha do Amigos do Copo com uma Original e já pedir o prato da vez: Queijo de Coalho ao alho e óleo ou orégano, servido com pão fatiado e salada (R$ 14, para duas pessoas). Como o Fernando, o garçom que nos atendeu, era muito gente boa, pudemos pedir meio alho e óleo e meio orégano, pra poder provar e falar pra vocês qual era a do queijo coalho.
Eu imaginei que viesse em uns espetinhos ou seilá (acho que eu ainda estava na vibe Churrasquim). Mas o prato, que era muito do generoso, serviu bem duas pessoas e surpreendeu. Confesso que não tinha grandes expectativas, mas estava realmente muito bom, principalmente o de orégano (que também está no rol das invenções do mundo, junto com a farofa Yoki e o manjericão), com um azeite de oliva por cima. Dispensaria a salada, que não teve muita saída e acho que não combinou muito com o restante.

Pedimos a conta, que ficou só no preço do prato e na gorjeta merecida do Fernando, já que encaramos só uma Original. Resumindo a ópera, é um lugar a se conferir no continente, com um ambiente muito gostoso, preços justos e atendimento nota 10. E é bem propício para um clima momoso.


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Preço: $$
Atendimento: ☺☺☺☺☺
Ruído/Música: ♫♫
Momosidade (casal): ♥♥♥♥
Aceita cartão de crédito / débito

P.S: no próximo post (que já está pronto e coloco no ar no fim de semana) falo sobre o deliciosíssimo Freguesia e relembro alguns dos meus débitos com vocês, de lugares que sugeriram e eu tenho que conferir. E muitas, muitas ideias pipocando...